
Baralha-me a cabeça o Níger. Cruzá-lo e adivinhar em que sentido corre é um exercício delicado que quase sempre dá para o torto. É que o Níger não corre para o mar, mas sim para o deserto. Isso só se percebe no alto da ponte, olhando o movimento das águas. Não se chega lá por intuição. O Níger não é um rio, é um acidente geológico.
Siguiri, Guiné. AQUI pode ver-se o mesmo rio, no mesmo local, antes das chuvas.

Níger, um milhar e picos de quilómetros acima. Mopti.

Carregando melancia.

Songo, País Dogon. Pinturas murais iniciáticas.

Sorriso simples e olhos vivos. Uma bela metáfora para o Mali.


De raízes para o ar. Floresta de Baobab, Kayes, sul do Mali.

Gasóleo de manivela. Encher um depósito de 80 litros desta forma dá uma trabalheira! O gasolineiro merece gorjeta.
3 comentários:
Você é um ser humano com muita sorte...coabita espaços deslumbrantes!
Faço votos que a nobreza maior da criação universal lhe continue a obsequiar com tal mordomia. Assim, com a janela "Africanidades" que criou, também me oferece a visão desses idílicos panoramas puros!
O meu reconhecido obrigado,
jorge
É sempre um prazer visitar este blogue :). Já não vinha cá há algum tempo, mas hoje deixei-me ficar demoradamente para apreciar os teus posts e as fotos.
Obrigada!
Vim aqui para te dizer que amo África. Muito particularmente, a Guiné-Bissau. Estive no Brá a dar aulas algum tempo. Adorei.
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