Depois de um forrobodó em seis actos, a dezena de passageiros (nunca seríamos muitos a contar para a estatística, de qualquer modo) conseguiu mandar vir outro aparelho de Maputo. Pelo sim pelo não… que lá em cima, se a coisa parar, já não dá para “empurrar”!

ADENDA: foto tirada no Aeroporto de Inhambane, Moçambique, na mesma altura em que, ao telefone, discutindo com alguém as consequências do atraso do vôo, aprendi qual a diferença entre um bom piloto e um mau piloto. O bom piloto tem o mesmo número de descolagens e de aterragens. “Antes de voar vê bem a que grupo pertence esse aí”, sugeriram do outro lado da linha. Sentido de humor, não é?!
Levantámos vôo, já noite, com a pista do Aeroporto Internacional de Inhambane iluminada a... tochas de petróleo.
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